sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Otávio, vou fazer um relatório sucinto do que fiz na área de habitação durante os três mandatos que exerci.  Extingui todas as moradias cobertas de palhas ou sapé na zona urbana e algumas no meio rural. Em Morada Nova mais ou menos 40. Cacimbas mais ou menos 20 e outras no Frei Orlando e Vau das Flores. Construí, reformei e forneci material de construção para mais ou menos 300 residências nos dois primeiros mandatos. Viabilizei 150 casas através da COHAB. Com recurso da Caixa Econômica Federal construí  no sistema mutirão 49 casas que foram entregues inclusive com aquecedores solar. Outras 51 também com recurso disponibilizados junto a Caixa Econômica Federal tinham o convênio assinado. Deixei 23 delas com alvenaria pronta. Todas as 51 estavam com os lotes definidos e os mutuários finais. Foi construído em convênio com a CEMIG o conjunto Nossa  Senhora do Loreto. No final do meu último mandato deixei também um pré-contrato assinado com a COHAB para a construção de mais 30 unidades. Os lotes e os mutuários estavam também definidos e faltava apenas a aprovação final da COHAB para que fossem construídas. 11 casas também foram construídas na Cacimbas em parceria com a Petrobrás. No bairro São Geraldo foram construídas 4 residências com recurso da Caixa Econômica Federal a fundo perdido. Viabilizei ainda verbas junto a Caixa Econômica Federal para financiamento de casas de padrão médio. Aproveito a oportunidade para agradecer e salientar a ajuda da comunidade citando como exemplo alguns nomes que participaram do mutirão de forma especial: Neném da Saluísa e Mosair; Reca e Branquinho;Zé do Chico;Nelson do Nicolau; Marquim Barbosa e Barbosinha; Zé Piranha; João Borsada; Vando; Porquinho; Numerosos serventes de pedreiros e incontáveis participantes em atividades fins. É preciso que se refira de maneira mais expressiva a participação do Marquinhos Torquato. Dona Dalva, serviçal que sempre trabalhou no almoxarifado foi importante na preparação de comida para almoço. Tonho Pó também participou transportando pessoas e materiais. É de se lamentar que certamente estou deixando de lembrar vários profissionais do setor. Recebemos ajuda do comércio local e de empresários disponibilizando dinheiro, mantimentos, carne, etc. A situação residencial de nossa cidade pode ser assim definida antes de 1989 e depois. Otávio, o que me deixa indignado é o não cumprimento pela atual administração no convênio com a Caixa Econômica Federal para construção das referidas 51 unidades. Deixar 23 delas com alvenaria pronta e devolver os recursos que já estavam na conta dos favorecidos é realmente lamentável, isso porquê se destinavam a atender as pessoas mais pobres de nossa cidade. Veja só: O principal slogan da atual administração é: “A nossa maior obra é cuidar das pessoas.” Desconheço qualquer iniciativa tomada nos três últimos anos que pode ser considerada de interesse social. Está aí um breve relatório que pode ser utilizado como comparação com o que está sendo realizado pela atual administração no setor de habitação. Vale ainda lembrar que eu e Helena damos mais de 100 lotes no bairro São Geraldo para construção de casas populares. Voltarei o assunto para outros esclarecimentos se necessário e para abordar a área de saúde como você indagou.  

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